Últimas Resenhas

[Os Favoritos] #2 - Grandes Escritoras

05 março 2015

Olá Galerinha!
Tudo bem?
O último post de Os Favoritos foi com o Nicholas Sparkes e teria segunda parte. Ainda terá, mas devido a semana que estamos comemorando sobre nós Mulheres, hoje Os Favoritos será com Elas.




O século XXI está sendo para o Brasil, um período de surgimento de grandes escritoras. Mais não podemos esquecer dos grandes nomes que abriram caminhos para as mulheres de hoje poderem escrever seus versos, seus sonhos e seus livros sem serem julgadas injustamente. Então, é por este motivo que relembramos esses nomes que por si só representam muito para a história da literatura no Brasil:

***

Rachel de Queiroz (17/11/1910 – 4/11/2003)




Lygia Fagundes Telles (19/04/1923)


Cecília Meireles (07/11/1901 – 09/11/1964)




Clarice Lispector (10/12/1920 – 09/12/1977)




E tantas outras que nos fazem sonhar com suas obras fantásticas. Hoje queremos também homenagear nossas escritoras, mulheres fortes, talentosas, muitas são donas de casa, mães, estudantes, trabalhadoras, que sempre disponibilizam um tempo para escrever, para depois nos encantar, emocionar, nos fazer refletir, nos divertir. Enfim, nosso GRANDE OBRIGADA para todas nossas parceiras e amigas escritoras.

Andreia Lopes | Babi Barreto | Barbara Negrão | Barbara Stefane | Camila Pelegrine | Camila Ferreira | Carina Rissi Carine Raposo | Cristiane Krumenauer | Dila Nepel | FML Pepper | Franz Gerbatin Gisele D'Angelo | JFB Bauer | Juliana Parrini| Laine Queiroz Li Mendi |  Luna Brandon Lu Piras | Nana Pauvolih Nina Spim | RLaila Rita Pinheiro | Simone Taietti | Shirley Murphy Sue Hecker | Tatiana Amaral | Viviane Lima.



Canção das mulheres

Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.

Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.

Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.

Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me doía ideia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.
Lya Luft

Gostaríamos de homenagear também nossas amigas blogueiras:  Gleyse | Ana Carolina | Déborah | Luciana | Nina | Lica | Jéh | Milena | Silvana | Kétrin | Dessa

Beijocas à todas as mulheres <3
Real Time Web Analytics